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Saiba como usar o cartão virtual do auxílio emergencial em mercados, farmácias e postos de gasolina

Já é possível fazer compras em mercados, farmácias, abastecer o carro gasolina e pagar boletos sem precisar sacar o valor ou ter um cartão físico

@Fonte: Portal JC Online - Economia - 20/05/2020


O beneficiário do auxílio emergencial de R$ 600 do Governo Federal pode usar o dinheiro através do cartão de débito virtual do aplicativo Caixa Tem, sem precisar sacar o valor ou ter um cartão físico. A medida é uma alternativa para desafogar a demanda nas agências da Caixa Econômica Federal, que desde o início da pandemia assistem a um cenário de superlotação de clientes que precisam sacar o dinheiro. Com o cartão virtual, já é possível fazer compras em mercados, farmácias, abastecer o carro gasolina e pagar boletos.

Além da Celpe, que passou a permitir o app como forma de pagamento da conta de luz dos pernambucanos, supermercados e gigantes do comércio digital também têm adotado a ferramenta em suas lojas. É o caso das marcas do Grupo BIG - Big, Big Bompreço, Super Bompreço, Maxxi Atacado, Sam’s Club e TodoDia.

O Grupo Carrefour Brasil também possui a solução em mais de 480 unidades, que incluem super e hiperrmercados, farmácias e postos de combustíveis. É possível conferir a lista de todas as lojas e horários de funcionamento no site da empresa.

O Grupo Pão de Açúcar, detentora das redes Extra, Pão de Açúcar e Assaí, habilitou a possibilidade de os clientes usarem o cartão virtual do auxílio em compras e pagamento de boletos. A medida contempla as lojas Assaí Atacadista, Compre Bem, Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar, Pão de Açúcar Drogaria, Extra Hipermercados, Extra Supermercados, Mercado Extra, Mini Extra e Drogarias Extra.

No comércio eletrônico, grandes marcas implementaram o recurso. É possível usar o débito digital nos sites Magazine Luiza, Extra.com.br, Lojas Americanas, Submarino e Shoptime.

- Como funciona o cartão:

Para começar a usar, o cartão virtual deve ser habilitado através do aplicativo CAIXA TEM, disponível gratuitamente na Play Store (Android) e App Store (iOS). Acesse o aplicativo com seu CPF e crie uma senha de 6 dígitos. Depois, clique em ‘Cartão de Débito Virtual’ e siga as instruções na tela.

Toda vez que for feita uma compra, o app vai mostrar um código de segurança de três dígitos diferente, que muda a cada uso. Cada cartão tem o limite de 10 transações por dia.

Aos correntistas do banco, a quem a ferramenta também está disponível, o site da ELO ensina a acessar a tecnologia pelo app da Caixa ou Internet Banking.

- Como usar para pagar fatura da Celpe:

Além da fatura recente, os clientes podem realizar o pagamento de contas de meses anteriores, caso estejam em aberto. A inciativa também beneficia clientes baixa renda cadastrados na Tarifa Social que ultrapassem 220 kwh.

O Cartão Virtual da Caixa Econômica Federal é disponibilizado de forma gratuita aos correntistas do banco; ele deve ser emitido por meio do Internet Banking ou pelo aplicativo da Caixa. Para efetuar o pagamento da fatura de energia, o cliente deve acessar o site da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) e clicar em "Pagamento com Cartão".

Após isso, é necessário clicar em "Pagamento com Cartão Virtual Caixa Elo" para ser redirecionado para um cadastro com login e senha. O cliente irá encontrar um ambiente de pagamento da Celpe-Flexpag – plataforma utilizada pela Celpe para pagamentos com cartões de crédito e Cartão Virtual Caixa Elo.

Após fazer o login na plataforma, o cliente deve selecionar as faturas em aberto e informar o número do cartão virtual emitido pela Caixa e selecionar a opção "débito" para realizar o pagamento. No final do processo, um comprovante de pagamento será emitido.

Em caso de dúvidas com relação à seleção de faturas e realização de pagamento no site da Celpe, o cliente pode entrar em contato com a Companhia pelos canais digitais da empresa e teleatendimento, número 116. Já quem tiver dúvidas sobre o funcionamento do cartão virtual, pode encontrar mais detalhes no site da Caixa.

Fêmea do Aedes aegypti é responsável pela transmissão da febre amarela, dengue, chikungunya e zika vírus

@Fonte: G1 PE - 20/11/2019


Uma menina de 6 anos morreu vítima de dengue no Recife. De acordo com dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde nesta quarta-feira (20), a vítima faleceu no dia 6 de outubro. Essa foi a décima morte causada por uma doença causada pelo mosquito Aedes aegypti confirmada neste ano em Pernambuco, segundo a SES.

Ainda de acordo com a Secretaria, os casos suspeitos de dengue, zika e chikungunya em Pernambuco mais do que dobraram em 2019 em relação ao ano anterior.

Sobre a morte da menina, a Secretaria de Saúde do Recife informou que a criança foi atendida na Policlínica Barros Lima e transferida para o Hospital de Pediatria Helena Moura, na Zona Norte da capital. Os sintomas eram febre, dor de cabeça e vômito.

Nessa segunda unidade de saúde em que foi atendida, a paciente também apresentou sonolência e dor abdominal, sendo transferida para a UTI pediátrica do Hospital Otávio de Freitas. No dia 6 de outubro, ela faleceu após uma piora do quadro clínico.

Das dez mortes confirmadas em 2019 no estado, nove ocorreram por dengue e uma por chikungunya. Os óbitos estavam em um universo de 112 outros casos registrados ao longo do ano, segundo a SES. Desse total, 57 foram descartados. O restante dos casos segue em análise.

O primeiro óbito por dengue registrado em 2019 foi o de uma adolescente de 12 anos, moradora do bairro de Água Fria, na Zona Norte do Recife. Em julho, a prefeitura do Recife informou que ela estava internada em um hospital particular e faleceu no dia 28 de abril.

Aumento de casos suspeitos

Entre 30 de dezembro de 2018 até o dia 9 de novembro deste ano, o aumento de pacientes com suspeitas das três doenças foi de 164,4%, 176,1% e 140,5%, respectivamente, apontou o balanço da secretaria estadual.

Nesse período, foram registrados 57.123 casos suspeitos de dengue pelo governo estadual. Desse total, 18.106 foram confirmados. Em 2018, foram 21.604 casos suspeitos no mesmo espaço de tempo.

Em relação aos casos de zika, 3.578 pacientes foram notificados desde o fim de 2018 até o dia 9 de novembro deste ano. Desse número, foram confirmados 106 casos. No mesmo período do ano passado, foram 1.296 notificações.

Quanto aos casos suspeitos de chikungunya, foram registradas 7.960 notificações ao longo deste ano. Desses casos, 739 foram confirmados. Em 2018, foram notificados 3.198 casos.