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Decreto 49.487/20 – Retomada dos Eventos Sociais.

@Secovi - 29/09/2020


Ilustríssimos(as) Srs.(as) responsáveis legais dos condomínios residenciais e não residenciais, administradoras de condomínios, administradoras de imóveis e imobiliárias.

O Governo do Estado de Pernambuco, no dia 25 de setembro de 2020, através do Decreto nº. 49.487/20, no seu artigo 1º, alterou os artigos 11, 12, 13, 17 e 18 do Decreto nº 49.055/20, permitindo a retomada a partir do dia 28 de setembro de 2020, das realizações de eventos sociais, limitados a 30% (trinta por cento) da capacidade do ambiente, com até no máximo 100 (cem) pessoas.

Portanto, o uso do salão de festa do condomínio está liberado para os eventos sociais, devendo ser respeitado os mesmos limites de capacidade impostos para a realização de assembleias, ou seja, 30% (trinta por cento) da capacidade do ambiente em que será realizado, com até no máximo 100 (cem) pessoas, observadas as normas sanitárias relativas à higiene, ao distanciamento mínimo e ao uso obrigatório de máscara.

Feitas tais considerações, esperamos auxiliá-los no enfrentamento deste contexto de calamidade pública, sendo certo que mantemo-nos ao inteiro dispor por meio do telefone (81) 2123-9400 das 08:00h às 18:00h, de segunda a sexta-feira.

Sem mais para o momento, renovamos nossos protestos de estima e consideração.

Atenciosamente,
Márcio Gomes
Presidente

Conjuntura vai nortear mercado imobiliário de Pernambuco em 2021

Manutenção de taxas de juros baixas pode deixar cenário mais positivo

@Fonte: Pernambuco.Com - Economia - 28/12/2020


Mesmo em um cenário de pandemia por conta do coronavírus, o mercado imobiliário de Pernambuco promete fechar o ano com o melhor resultado dos últimos cinco anos em termos de unidades vendidas. Porém, por outro lado, o estado deve ter o pior desempenho no que diz respeito a lançamentos. As taxas de juros baixas impulsionaram as vendas, mas os entraves para aprovação impediram mais lançamentos de novos empreendimentos. Para 2021, o cenário ainda é incerto e depende de vários fatores conjunturais, principalmente no contexto nacional, como as reformas e manutenção das taxas de juros baixas.

Segundo Avelar Loureiro, presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), o mercado imobiliário de Pernambuco tem duas distinções. "O Recife e a Região Metropolitana. Apesar de ter sido um ano bom para a construção nacionalmente, o Recife não surfou tanto nesta onda, apesar das taxas de juros baixas e as pessoas mais ávidas para comprar imóveis. Isso porque existem dificuldades de aprovar empreendimentos residenciais e comerciais devido às dificuldades na legislação. Já a Região Metropolitana tem mais flexibilidade e mais áreas para novas habitações, então conseguiu absorver essa carência da população por habitação. Os números não estão fechados ainda, mas serão próximos dos de 2014, que foi o auge", disse.
Para 2021, além do contexto local, o nacional também vai nortear os rumos do mercado imobiliário de Pernambuco. "Está para decidir até o final de fevereiro de o Brasil vai continuar no caminho da responsabilidade fiscal. As taxas de juros baixas dependem das reformas ou não tem como manter nesses níveis. Só continuam porque existe a expectativa que elas sejam realizadas. Quando segue esse caminho, colhe os frutos. Imagine o cenário com os juros baixos e a economia andando, se esse ambiente continuar vamos crescer", afirmou.

Já um possível fim do pagamento do auxílio emergencial vai prejudicar o poder de consumo dos brasileiros, mas não promete interferir no mercado imobiliário. "Os R$ 600 não contribuíram para aumentar a demanda da compra de uma casa até porque a renda permanente que é avaliada, então a retirada não vai afetar a demanda. Mas vai afetar a inflação porque o aumento do consumo pressionou os preços dos materiais de construção e o setor vem sofrendo com a alta no valor do aço, cimento, condutores elétricos, entre outros produtos. O auxílio emergencial beneficiou o consumo, mas não para investimento, então o mercado imobiliário não foi beneficiado. A taxa de juros baixa é que impulsiona", concluiu.