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Decreto 49.487/20 – Retomada dos Eventos Sociais.

@Secovi - 29/09/2020


Ilustríssimos(as) Srs.(as) responsáveis legais dos condomínios residenciais e não residenciais, administradoras de condomínios, administradoras de imóveis e imobiliárias.

O Governo do Estado de Pernambuco, no dia 25 de setembro de 2020, através do Decreto nº. 49.487/20, no seu artigo 1º, alterou os artigos 11, 12, 13, 17 e 18 do Decreto nº 49.055/20, permitindo a retomada a partir do dia 28 de setembro de 2020, das realizações de eventos sociais, limitados a 30% (trinta por cento) da capacidade do ambiente, com até no máximo 100 (cem) pessoas.

Portanto, o uso do salão de festa do condomínio está liberado para os eventos sociais, devendo ser respeitado os mesmos limites de capacidade impostos para a realização de assembleias, ou seja, 30% (trinta por cento) da capacidade do ambiente em que será realizado, com até no máximo 100 (cem) pessoas, observadas as normas sanitárias relativas à higiene, ao distanciamento mínimo e ao uso obrigatório de máscara.

Feitas tais considerações, esperamos auxiliá-los no enfrentamento deste contexto de calamidade pública, sendo certo que mantemo-nos ao inteiro dispor por meio do telefone (81) 2123-9400 das 08:00h às 18:00h, de segunda a sexta-feira.

Sem mais para o momento, renovamos nossos protestos de estima e consideração.

Atenciosamente,
Márcio Gomes
Presidente

RMR fecha ano com segunda maior inflação

O IPCA-15, uma prévia da taxa do aumento de preços, chegou a 5,06% ao se registrar alta de 1,00% em dezembro, ficando atrás de Fortaleza

@Fonte: Diário de Pernambuco - Economia - 23/12/2020


A variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) em dezembro, na Região Metropolitana do Recife (RMR), superou em mais de três vezes a de novembro. O número deste mês foi de 1,00% contra 0,31% do anterior. Apesar do aumento, o índice local ficou na sétima posição do ranking das 11 regiões brasileiras pesquisadas pelo IBGE. Mas o acumulado dos últimos 12 meses foi o segundo maior entre as regiões, com 5,06% e acima da média nacional, de 4,23%.

Quando comparados os locais pesquisados, a RMR ficou atrás, respectivamente, de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza, Salvador e Belo Horizonte. A variação na capital gaúcha atingiu 1,53% em dezembro, enquanto no Rio, 1,28%, e em Fortaleza, 1,27%. A menor taxa deste mês se anotou em Brasília, com um IPCA-15 de 0,65%, menos da metade do número na Região Metropolitana de Porto Alegre.

O cenário na RMR é menos animador quando se analisa o índice acumulado nos últimos 12 meses. Neste caso, vê-se que a inflação pesou muito mais no orçamento dos pernambucanos do que na maioria das regiões pesquisadas. Por aqui, o IPCA-15 somou 5,06%, inferior apenas aos 5,79% de Fortaleza e mais de um ponto percentual acima do verificado em Curitiba, com 3,82%; Rio de Janeiro, 3,88%; Porto Alegrem 3,96%; e Goiânia, 4,03%. A diferença da RMR em relação à capital brasileira é ainda maior, de quase dois pontos percentuais. Brasília teve variação de 3,07%.

Em dezembro, a média nacional do IPCA-15 subiu 1,06%, abaixo da variação da RMR. De acordo com o IBGE, esta foi a maior variação mensal desde junho de 2018, quando se registrou 1,11%. No entanto, quando se trata do acumulado dos últimos 12 meses, vemos o inverso. A média brasileira é inferior a da pernambucano, com 4,23%.

GRUPOS PESQUISADOS

Dos nove grupos pesquisados para o IPCA-15, somente o de vestuário apresentou queda neste mês, de -0,44%. Os demais tiveram alta em todo o país. A maior ocorreu com alimentação e bebidas (2,00%), vindo depois habitação (1,50%) e transportes (1,43%). Alimentação e bebidas também é o grupo campeão de alta no acumulado dos últimos 12 meses, somando 14,36%, seguido de artigos de residência, 5,29%.

O IBGE coletou preços entre 13 de novembro e 11 de dezembro de 2020, comparando-os aos vigentes entre 14 de outubro e 12 de novembro de 2020. O levantamento se refere às famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.