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Notícias

Imobiliárias ganham mais alcance no mercado com novas regras do MCMV

@Secovi-PE - 05/05/2026


As novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida, programa habitacional do governo federal, já estão em vigor e ampliam o alcance do crédito imobiliário no país, especialmente para famílias de classe média. As mudanças incluem aumento dos limites de renda e do valor máximo dos imóveis financiados, reposicionando o programa como um dos principais motores do mercado habitacional. As operações já começaram a ser aplicadas pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil.

Com as novas regras, o programa passa a atender famílias com renda mensal de até R$ 13 mil e imóveis avaliados em até R$ 600 mil. As faixas de renda também foram atualizadas: a faixa 1 contempla rendas de até R$ 3,2 mil; a faixa 2, até R$ 5 mil; a faixa 3, até R$ 9,6 mil; e a nova faixa 4 abrange famílias com renda de até R$ 13 mil. Para financiamento, os imóveis podem chegar a R$ 400 mil na faixa 3 e R$ 600 mil na faixa 4.

Para o setor imobiliário, as mudanças ampliam o potencial de negócios e exigem atenção redobrada das imobiliárias às novas condições de financiamento e ao perfil dos consumidores aptos ao programa. Segundo Clausens Duarte, vice-presidente de habitação de interesse social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, a readequação das faixas permite redução das taxas de juros e maior poder de escolha para os compradores, além de ampliar o acesso ao crédito habitacional.

As alterações foram aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS e contam com aproximadamente R$ 31 bilhões em recursos do Fundo Social destinados ao programa. A expectativa do governo é ampliar o número de famílias atendidas e estimular o mercado imobiliário, reforçando a importância de construtoras, incorporadoras e imobiliárias acompanharem de perto as atualizações do Minha Casa, Minha Vida.

Ponte de R$100 milhões

@Fonte: Jornal do Commercio - Cidades - 01/09/2022


A nova ponte do Recife, que ligará o bairro de Areias, na Zona Oeste, ao da Imbiribeira, na Zona Sul, tem orçamento estimado em R$ 100,5 milhões aos cofres públicos, de acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura. A informação exclusiva foi obtida pelo JC por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). A gestão municipal confirmou também que, de fato, vai realizar a obra para construção do equipamento. A ponte é prometida há pelo menos 40 anos na capital pernambucana. Ele irá da Avenida Tapajós, em Areias, até a Avenida Engenheiro Alves de Souza, na Imbiribeira, totalizando 335 metros. Junto à construção, estão previstas obras viárias em 2,3 quilômetros das vias.

Para a execução, o poder municipal estima que 76 imóveis devam ser desapropriados, com valor estimado de R$ 6,4 milhões em indenizações - que ainda serão discutidos com os moradores. Questionada, a prefeitura não respondeu quantos têm a posse das terras - com isso, os moradores recebem, além da construção, também pelo valor do terreno. Ainda, afirmou que “não existe previsão de construção de habitacional para as famílias expropriadas”. O processo de licitação tem previsão para ser iniciado ainda neste mês de setembro, com a posterior contratação da firma vencedora de tal certame. Só a partir da conclusão desse processo, a data de início das obras po derá ser confirmada - informou a gestão.

O projeto conta com quatro faixas de rolamento (duas em cada sentido), ciclofaixa bidirecional de 2,3km em toda a via, 15 novas paradas de ônibus e requalificação das calçadas para garantia da acessibilidade, como piso tátil direcional e de alerta, além de faixas de pedestres e travessias em nível. Pretende-se embutir a rede de telecomunicações, remanejar drenagem, o abastecimento de água e a coleta de esgoto para a faixa de rolamento, requalificar a rede de iluminação pública e o pavimento e replantar 261 árvores, totalizando arborização com mais de 350 árvores. A gestão também pretende fazer obras complementares de urbanismo, paisagismo e acessibilidade, além de um espaço de convivência na Avenida Tapajós.

ANÚNCIO O prefeito João Campos (PSB) afirmou em 7 de julho que anunciaria ainda no segundo semestre “talvez a maior ponte que o Recife vai ter”. “No segundo semestre a gente vai estar anunciando outra grande ponte na cidade, talvez a maior ponte que o Recife vai ter. É mais um sonho realizado no Recife, que há mais de 15 anos não fazia uma grande ponte”, pontuou o gestor municipal. Atualmente, está em execução a Ponte Engenheiro Jaime Gusmão, que ligará o Monteiro à Iputinga. As obras foram retomadas pela gestão atual em setembro de 2021 após sete anos paralisadas, mas enfrentam resistência de moradores. Isso porque o projeto prevê a desapropriação de 53 casas da Vila Esperança-Bodocó, uma Zona Especial de Interesse Social (Zeis) da cidade.