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Semana Imobiliária de Pernambuco

De 04 a 13 de março de 2016

@ADEMI-PE - 01/03/2016


A ADEMI-PE está preparando um grande evento com as melhores ofertas imobiliárias de Pernambuco.

A SEMANA IMOBILIÁRIA DE PERNAMBUCO será realizada de 04 a 13 de março no Shopping RioMar. Serão 10 dias de evento para você conhecer, pesquisar, comparar e fechar o melhor negócio da sua vida.

Queremos te ver em 2016 de casa nova, vem pra cá!


QUANDO ACONTECERÁ A SEMANA IMOBILIÁRIA?

PERÍODO: 04 A 13 DE MARÇO DE 2016
LOCAL: PISO L3 - SHOPPING RIOMAR

HORÁRIOS:
Segunda a Sábado – 12h às 22h
Domingo - 12h às 21h



NÃO PERCA TEMPO EM FILAS, FAÇA SUA PRÉ-INSCRIÇÃO ON-LINE

Economize seu tempo e aproveite muito mais todas as novidades oferecidas na Semana Imobiliária de Pernambuco.

Fazer o pré-credenciamento é rápido e fácil, basta preencher o formulário on-line e fazer sua inscrição.

Para retirar sua credencial no evento também é simples:

Imprima seu comprovante de inscrição.

Compareça ao local do evento com um documento de identificação com foto.

Retire seu crachá no guichê de pré-iinscritos.

Ou se preferir, dirija-se ao totem de auto atendimento e digite o número do seu CPF.

Lembramos que as inscrições são INDIVIDUAIS, mesmo quem for ao evento apenas como acompanhante, precisa fazer a inscrição aqui no site.

STJ determina penhor de salário para quitar dívida de aluguel

Se não houver recurso, decisão pode servir de base para outros casos de dívida de locatários

@Jornal do Commercio - 22/09/2017


Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) pode servir de base para diversas ações que tratam de dívidas de locação de imóveis. A determinação estabeleceu que o valor de aluguéis atrasados reclamados em uma ação fosse descontado diretamente do salário do devedor, respeitando um percentual máximo de 10%. Caso não haja recurso, o texto pode criar precedente para mais uma forma de cobrança de dívidas referentes a aluguel, que entra na lista das contas em atraso por parte de 59,4 milhões de brasileiros, segundo dados do SPC Brasil referentes a agosto.
O processo que culminou na decisão se arrastava há dez anos e chegou a ser questionado, já que, normalmente, o penhor incide sobre os bens do devedor, não sobre seu salário. Isso acontece porque a remuneração é considerada meio de subsistência e seu bloqueio pode comprometê-la. Esse entendimento, no entanto, foi rebatido. “A regra da impenhorabilidade pode ser relativizada quando a hipótese concreta dos autos permitir que se bloqueie parte da verba remuneratória, preservando-se o suficiente para garantir a subsistência digna do devedor e de sua família”, afirmou a ministra do STJ Nancy Andrighi ao negar o recurso.
Para os especialistas, a decisão reforça a tendência do novoCódigo de Processo Civil, que dá mais garantias aos credores. “O natural é que as obrigações e contratos sejam cumpridos, não é normal ser complacente com a inadimplência. O normal é uma sociedade na qual todos cumprem o seu dever”, opina Renato Pinheiro Filho, sócio da Pinheiro, Gondim e Sarubbi Advogados.
Já o advogado Marcus Lins, do escritório homônimo, destaca que o mais comum é a busca pelos bens dos devedores e que penhorar salário não deve se tornar a primeira alternativa da Justiça. “O salário normalmente era preservado, já que é preciso pensar na subsistência do devedor. Por isso, para se chegar a essa decisão, tudo isso foi levado em consideração”.
Segundo o Secovi-PE, as dívidas de locação e de taxa condominial têm crescido tanto que a principal consequência é a queda dos preços. “É uma questão matemática. É preciso levar em conta se vale mais baixar o preço cobrado e negociar ou deixar o imóvel desocupado por tempo indeterminado até que se encontre outro locatário”, pondera o assessor jurídico da entidade, Noberto Lopes.
De acordo com o SPC Brasil, a crise ainda é determinante sobre a inadimplência: 26% dos devedores se justificam pela falta de emprego e outros 14% pela queda na renda.