Notícias

Chave Fácil Lança Novo Portal

Novo Chave Fácil

@Gabriela Vasconcelos - 08/02/2017



O portal Chave Fácil passou a exibir um novo layout. Junto com a mudança, está sendo inaugurada uma nova fase com uma nova versão de site, mais leve, atrativa, dinâmica e com novas funcionalidades. "O que faz o Chave Fácil um portal especial é o fato de ter sido construído pelas ideias e conceitos dos dirigentes dos SECOVIs do Brasil - Sindicatos de Habitação", considera o presidente do Secovi-PE, Elísio Cruz Jr.

O Portal é desenvolvido com o compromisso de inovar sempre para atender as constantes demandas dos seus parceiros e usuários. Um bom exemplo é a sua característica responsiva, permitindo quem estiver procurando imóveis acessá-lo através de smartphones ou tablets de forma totalmente compatível.

Números - O portal Chave Fácil, de busca por imóveis em todo o território nacional, entrou em 2017 com o pé direito, contabilizando em janeiro um recorde de acessos: 550.222 buscas. O portal manteve um ritmo de crescimento e passo a passo vem conquistando um fatia importante do mercado. Atualmente, concentra mais de 509.903 imóveis disponíveis para venda, locação e para locação por temporada. Entre os seus diferenciais, o portal Chave Fácil procura criar com os usuários uma relação permanente ao abordar em seu blog e na sua fanpage, no Facebook, temas do cotidiano relativos ao conceito de habitação. Orientações sobre documentos importantes nas negociações, dicas de decoração e até de sustentabilidade no lar são alguns exemplos.

Pernambuco - No ranking de acessos do Chave Fácil Pernambuco ocupa o sexto lugar, com 35.574 acessos em janeiro, revelando a mesma tendência nacional de crescimento e dividindo o mérito de ter alcançado o seu recorde, desde o seu lançamento. Destes 27.673 foram só em Recife. Hoje são disponibilizados para visualização no Chave Fácil imóveis que vão desde apartamentos, casas, lojas até salas comerciais. O Secovi-PE mantém uma equipe permanente com o objetivo de ampliar cada vez mais o número de imobiliárias participantes.

STJ determina penhor de salário para quitar dívida de aluguel

Se não houver recurso, decisão pode servir de base para outros casos de dívida de locatários

@Jornal do Commercio - 22/09/2017


Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) pode servir de base para diversas ações que tratam de dívidas de locação de imóveis. A determinação estabeleceu que o valor de aluguéis atrasados reclamados em uma ação fosse descontado diretamente do salário do devedor, respeitando um percentual máximo de 10%. Caso não haja recurso, o texto pode criar precedente para mais uma forma de cobrança de dívidas referentes a aluguel, que entra na lista das contas em atraso por parte de 59,4 milhões de brasileiros, segundo dados do SPC Brasil referentes a agosto.
O processo que culminou na decisão se arrastava há dez anos e chegou a ser questionado, já que, normalmente, o penhor incide sobre os bens do devedor, não sobre seu salário. Isso acontece porque a remuneração é considerada meio de subsistência e seu bloqueio pode comprometê-la. Esse entendimento, no entanto, foi rebatido. “A regra da impenhorabilidade pode ser relativizada quando a hipótese concreta dos autos permitir que se bloqueie parte da verba remuneratória, preservando-se o suficiente para garantir a subsistência digna do devedor e de sua família”, afirmou a ministra do STJ Nancy Andrighi ao negar o recurso.
Para os especialistas, a decisão reforça a tendência do novoCódigo de Processo Civil, que dá mais garantias aos credores. “O natural é que as obrigações e contratos sejam cumpridos, não é normal ser complacente com a inadimplência. O normal é uma sociedade na qual todos cumprem o seu dever”, opina Renato Pinheiro Filho, sócio da Pinheiro, Gondim e Sarubbi Advogados.
Já o advogado Marcus Lins, do escritório homônimo, destaca que o mais comum é a busca pelos bens dos devedores e que penhorar salário não deve se tornar a primeira alternativa da Justiça. “O salário normalmente era preservado, já que é preciso pensar na subsistência do devedor. Por isso, para se chegar a essa decisão, tudo isso foi levado em consideração”.
Segundo o Secovi-PE, as dívidas de locação e de taxa condominial têm crescido tanto que a principal consequência é a queda dos preços. “É uma questão matemática. É preciso levar em conta se vale mais baixar o preço cobrado e negociar ou deixar o imóvel desocupado por tempo indeterminado até que se encontre outro locatário”, pondera o assessor jurídico da entidade, Noberto Lopes.
De acordo com o SPC Brasil, a crise ainda é determinante sobre a inadimplência: 26% dos devedores se justificam pela falta de emprego e outros 14% pela queda na renda.