Minha Casa, Minha Vida eleva tetos de financiamento e amplia oportunidades para o mercado imobiliário em Pernambuco e no Recife
@Secovi-PE - 19/12/2025
O governo federal anunciou nesta quinta-feira, 18, ajustes relevantes no programa Minha Casa, Minha Vida - MCMV, com impacto direto sobre o mercado imobiliário das regiões Nordeste e Norte a partir de janeiro de 2026. A principal mudança é a elevação dos tetos de financiamento para as faixas 1 e 2, decisão aprovada pelo Conselho Curador do FGTS e considerada estratégica para ampliar a oferta habitacional e reduzir assimetrias regionais.
Segundo avaliação da Câmara Brasileira da Indústria da Construção - CBIC, o reajuste atende a uma demanda histórica do setor diante do aumento dos custos de produção nos últimos anos. De acordo com o presidente da entidade, Renato Correia, a defasagem dos valores vinha limitando a viabilidade de novos empreendimentos, sobretudo em capitais do Norte e do Nordeste, afetando a geração de empregos e a dinâmica econômica local.
Com a mudança, o valor máximo dos imóveis financiados pelo MCMV passa a variar entre R$ 255 mil e R$ 270 mil, conforme o porte do município, representando uma elevação entre 4% e 7%. A medida alcança 75 municípios, que concentram cerca de 51,8 milhões de habitantes, incluindo capitais nordestinas como Recife, Salvador, Fortaleza, Maceió, João Pessoa, Natal e Aracaju, ampliando oportunidades para construtoras que atuam nesses mercados e para imobiliárias com foco nos empreendimentos da faixa 2 do programa.
Para o vice-presidente de Habitação de Interesse Social da CBIC, Clausens Duarte, o reajuste aproxima o programa da realidade atual do mercado imobiliário. “A medida fortalece a política habitacional ao permitir que mais famílias tenham acesso a imóveis compatíveis com suas necessidades e com a dinâmica urbana de suas regiões. O reajuste contribui para garantir que o Minha Casa, Minha Vida continue atendendo às necessidades reais das famílias beneficiárias”, avaliou.
Para empresários do setor em Pernambuco, a decisão sinaliza um ambiente mais favorável à retomada de investimentos em habitação popular, com potencial de impulsionar negócios e contribuir para o desenvolvimento econômico regional.
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