Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso site.
Ao utilizar nosso site e suas ferramentas, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

SECOVI-PE - Política de Privacidade

Esta política estabelece como ocorre o tratamento dos dados pessoais dos visitantes dos sites dos projetos gerenciados pela SECOVI-PE.

As informações coletadas de usuários ao preencher formulários inclusos neste site serão utilizadas apenas para fins de comunicação de nossas ações.

O presente site utiliza a tecnologia de cookies, através dos quais não é possível identificar diretamente o usuário. Entretanto, a partir deles é possível saber informações mais generalizadas, como geolocalização, navegador utilizado e se o acesso é por desktop ou mobile, além de identificar outras informações sobre hábitos de navegação.

O usuário tem direito a obter, em relação aos dados tratados pelo nosso site, a qualquer momento, a confirmação do armazenamento desses dados.

O consentimento do usuário titular dos dados será fornecido através do próprio site e seus formulários preenchidos.

De acordo com os termos estabelecidos nesta política, a SECOVI-PE não divulgará dados pessoais.

Com o objetivo de garantir maior proteção das informações pessoais que estão no banco de dados, a SECOVI-PE implementa medidas contra ameaças físicas e técnicas, a fim de proteger todas as informações pessoais para evitar uso e divulgação não autorizados.

fechar

Notícias

O atual contexto do mercado de administração imobiliária em Pernambuco e estimativas para o futuro próximo foram discutidos na reunião-almoço promovida pelo Secovi-PE

@Secovi-PE - 06/08/2026


Com a digitalização acelerada, os impactos da reforma tributária e um mercado cada vez mais exigente, o setor de administração imobiliária em Pernambuco vive um momento decisivo. Esse foi o ponto de partida da reunião-almoço promovida pelo Secovi-PE, nesta quinta-feira, 06, em sua sede, reunindo gestores e diretores de empresas associadas para discutir os desafios e as oportunidades que já estão redesenhando o futuro da atividade. O debate foi conduzido pelo presidente do Secovi-PE, Luciano Novaes, colocando na mesa temas que foram da gestão estratégica do patrimônio imobiliário de pessoas físicas e jurídicas à valorização do setor.

“A administração de imóveis evoluiu muito nos últimos anos. Saímos de uma situação muito analógica no passado e hoje a gente trabalha de forma bem mais digital. A velocidade com que as coisas estão acontecendo, a quantidade de dados disponíveis no mercado, fizeram com que as imobiliárias, de maneira geral, se profissionalizassem muito nesse aspecto”, avaliou Luciano Novaes.

De acordo com ele, o próximo passo remete à atualização dos processos diante dos desafios trazidos pela Reforma Tributária. “Ela traz uma série de responsabilidades acessórias, além das questões de como tratar o IBS, o CBS, em relação ao proprietário e o locador, quem é o contribuinte desses impostos, quem não é, então tudo isso passa por um refinamento da administração de imóveis, onde uma quantidade maior de responsabilidades recai sobre as imobiliárias”, pondera. No entanto, Novaes destaca a plena capacidade de adaptação que as imobiliárias locais possuem. “Elas já estão trabalhando nesse sentido, e o próprio Secovi-PE tem ajudado nesse aspecto”, pontua.

Mas o que por um lado desafia o setor, por outro, abre um leque de oportunidades. É que até então existe um expressivo número de imóveis locados que não estão inseridos em um mercado formal. “É o proprietário que fazia a locação diretamente com o locatário, e eles combinavam ali a não declaração de imposto de renda”. Essa prática bem comum deverá esbarrar nos novos procedimentos ditados pela reforma tributária. “Tem muitos proprietários ainda desavisados quanto a esse aspecto. Estima-se que a relação entre a quantidade de imóveis que estão nas imobiliárias, ou seja, dentro da formalidade, em comparação aos que estão no mercado informal, é de 20% contra 80%”, informa.

Ou seja, é quase a totalidade desse mercado na informalidade e que deve migrar para a formalidade diante do cerco fechado com o CIB. “Você vai ter aí um cruzamento de dados muito mais refinado com relação inclusive aos impostos, ao recolhimento deles e manter esse contrato de locação dentro da informalidade não será mais possível após a implementação da reforma tributária”, considera ele. “Com isso, nós acreditamos que, não só aqui, mas em todo o país, vai haver uma migração muito grande da informalidade para formalidade. E essa é uma questão importante, que os proprietários se atentem nesse aspecto, porque eles serão cobrados na Receita Federal, nos próximos impostos de renda, nos próximos cruzamentos. Eles já vão ser, vamos dizer assim, alvejados pela Receita Federal nesse sentido”, prevê. Para esses proprietários, Luciano Novaes deixa a orientação: “Procure de fato uma gestão profissional para o seu imóvel e para você não correr o risco com a implementação da reforma tributária”, conclui.

Ponte de R$100 milhões

@Fonte: Jornal do Commercio - Cidades - 01/09/2022


A nova ponte do Recife, que ligará o bairro de Areias, na Zona Oeste, ao da Imbiribeira, na Zona Sul, tem orçamento estimado em R$ 100,5 milhões aos cofres públicos, de acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura. A informação exclusiva foi obtida pelo JC por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). A gestão municipal confirmou também que, de fato, vai realizar a obra para construção do equipamento. A ponte é prometida há pelo menos 40 anos na capital pernambucana. Ele irá da Avenida Tapajós, em Areias, até a Avenida Engenheiro Alves de Souza, na Imbiribeira, totalizando 335 metros. Junto à construção, estão previstas obras viárias em 2,3 quilômetros das vias.

Para a execução, o poder municipal estima que 76 imóveis devam ser desapropriados, com valor estimado de R$ 6,4 milhões em indenizações - que ainda serão discutidos com os moradores. Questionada, a prefeitura não respondeu quantos têm a posse das terras - com isso, os moradores recebem, além da construção, também pelo valor do terreno. Ainda, afirmou que “não existe previsão de construção de habitacional para as famílias expropriadas”. O processo de licitação tem previsão para ser iniciado ainda neste mês de setembro, com a posterior contratação da firma vencedora de tal certame. Só a partir da conclusão desse processo, a data de início das obras po derá ser confirmada - informou a gestão.

O projeto conta com quatro faixas de rolamento (duas em cada sentido), ciclofaixa bidirecional de 2,3km em toda a via, 15 novas paradas de ônibus e requalificação das calçadas para garantia da acessibilidade, como piso tátil direcional e de alerta, além de faixas de pedestres e travessias em nível. Pretende-se embutir a rede de telecomunicações, remanejar drenagem, o abastecimento de água e a coleta de esgoto para a faixa de rolamento, requalificar a rede de iluminação pública e o pavimento e replantar 261 árvores, totalizando arborização com mais de 350 árvores. A gestão também pretende fazer obras complementares de urbanismo, paisagismo e acessibilidade, além de um espaço de convivência na Avenida Tapajós.

ANÚNCIO O prefeito João Campos (PSB) afirmou em 7 de julho que anunciaria ainda no segundo semestre “talvez a maior ponte que o Recife vai ter”. “No segundo semestre a gente vai estar anunciando outra grande ponte na cidade, talvez a maior ponte que o Recife vai ter. É mais um sonho realizado no Recife, que há mais de 15 anos não fazia uma grande ponte”, pontuou o gestor municipal. Atualmente, está em execução a Ponte Engenheiro Jaime Gusmão, que ligará o Monteiro à Iputinga. As obras foram retomadas pela gestão atual em setembro de 2021 após sete anos paralisadas, mas enfrentam resistência de moradores. Isso porque o projeto prevê a desapropriação de 53 casas da Vila Esperança-Bodocó, uma Zona Especial de Interesse Social (Zeis) da cidade.