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Notícias

Contendo temas importantes e necessários, cartilha “Corretoras Arretadas em Ação” é entregue no Secovi-PE.

@Secovi-PE - 14/06/2024


Na quinta-feira, 13, a 2º vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Pernambuco – Creci-PE, Maria Zélia Pereira da Silva, entregou exemplares da cartilha “Corretoras Arretadas em Ação”, na sede do Secovi-PE. O material, lançado nacionalmente, também em versão digital, traz um conteúdo rico, tratando desde aspectos técnicos da profissão até tópicos relacionados ao combate à violência de gênero.

Idealizada e desenvolvida através da Comissão das Corretoras Arretadas, a cartilha imprime em suas páginas uma postura inovadora e o testemunho do compromisso do Creci-PE com a igualdade, respeito e inclusão da mulher no mercado imobiliário. “Com o apoio constante do presidente Francisco Monteiro, a cartilha oferece suporte e estratégias para lidar com situações de assédio, promovendo um ambiente de trabalho mais seguro e inclusivo. Além disso, aborda temas essenciais como o enfrentamento do machismo e celebra as conquistas das mulheres no cenário imobiliário”, explica ela.

Em sua confecção, a fim de dialogar de forma mais assertiva com o seu público-alvo, foram usados elementos da cultura nordestina. “Cada página e tema foram elaborados para inspirar as corretoras a se destacarem em suas trajetórias profissionais. A cartilha é enriquecida pela participação de profissionais renomadas que compartilharam suas perspectivas, tornando este material uma fonte rica e inspiradora”, completa Zélia Pereira. De acordo com ela, a cartilha já está sendo apontada como um benchmarking de grande relevância para os conselhos de outros estados.
A versão digital da cartilha “Corretoras Arretadas em Ação” pode ser encontrada através do link abaixo:

Link: http://creci-pe.gov.br/cartilha-corretora-arretada.

Revogado decreto que regulamenta profissão de corretor de imóveis

@Fonte: Portal do Diário de Pernambuco - Política - 10/08/2022


O presidente Jair Bolsonaro revogou hoje (10) o decreto, publicado ontem (9), que modificava a regulamentação da profissão de corretor de imóveis. De acordo com ele, representantes do setor serão consultados e um novo documento deve ser editado.



“Eu também erro, como essa semana cometi um equívoco e não tem problema nenhum voltar atrás. Determinei agora de manhã, já foi publicado no Diário Oficial da União [DOU] a revogação do decreto que trata dos corretores. Vamos em frente, vamos ouvir o setor e aperfeiçoar o decreto”, disse o presidente, em Brasília, em evento promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).



De acordo com o Ministério da Economia, as mudanças tinham o objetivo de fomentar a livre concorrência no setor de intermediação imobiliária tornando mais precisa a definição da atividade de intermediação imobiliária.



“Outras atividades, como publicidade ou marketing imobiliário e serviços auxiliares como atendimento ao público em geral - a exemplo do realizado por recepcionistas, ou a distribuição de panfletos - não são atividades privativas da profissão de corretor. Fica mantida a intermediação imobiliária como atividade exclusiva do corretor de imóveis capacitado e devidamente inscrito no conselho profissional”, explicou a pasta sobre as mudanças agora revogadas.



Além disso, a nova norma previa que as tabelas de preços de serviços de corretagem teriam papel meramente referencial, não podendo ser empregadas como piso ou teto na definição dos valores a serem cobrados por corretores no desempenho de suas atribuições. Outra modificação que visava a desburocratização e redução de custos de transação, esclarecia que o registro do contrato de associação dos corretores com imobiliárias não seria requisito essencial para a validade do contrato e para efeitos jurídicos.



O decreto também tratava sobre os trâmites para ingresso na profissão de corretor de imóveis e dava prazo de 90 dias para que o Conselho Regional de Corretores de Imóveis da jurisdição expedisse o registro. Além disso, “a proposta incorpora, ainda, o princípio da retroatividade da norma mais benéfica ao acusado de sanção disciplinar”, explicou o ministério.