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Estão abertas as inscrições para o curso Prática em Departamento Pessoal

Inscrições / Informações: unisecovipe@secovi-pe.com.br

@UNISECOVIPE - 20/09/2016


Dias - 24, 26 e 28 de outubro
Horário - 14h às 18h
Carga Horária - 12h
Programa:

1 Rotinas de Admissão
1.1 Diferença entre Autônomo e Empregado
1.2 Tipos de Contratos de Trabalho
1.3 Documentação Necessária
1.4 Contrato de Experiência
1.5 Exame admissional
1.6 Vale - Transporte ( Opção )
1.7 Termo de Responsabilidade e Ficha de Salário- Família
1.8 Declaração de Dependentes para IR
1.9 Cadastramento do PIS
1.10 C.B.O ( Código Brasileiro de Ocupação )
1.11 Acordo de Prorrogação de Horário
1.12 Acordo de Compensação de Horas
1.13 Livro de Registro de Empregados
1.14 Livro de Inspeção de Trabalho
1.15 Quadro de Horário de Trabalho
1.16 CAGED

2. Cálculo de Folha de Pagamento

2.1 Adiantamento Quinzenal ( Folha e Recibo )
2.2 Salário e Remuneração
2.3 Hora - Extra
2.4 Adicional Noturno
2.5 Adicional de Insalubridade
2.6 Adicional de Periculosidade
2.7 Gratificações
2.8 Descanso Semanal Remunerado
2.9 Vale - Transporte
2.10 PAT ( Programa de Alimentação do Trabalhador )
2.11 Ajuda de Custo
2.12 IRRF
2.13 INSS
2.14 Contribuição Sindical
2.15 Cálculo de Preenchimento GFIP
2.16 Cálculo de Preenchimento GPS

3. Cálculo de Décimo Terceiro

3.1 Primeira Parcela ( Cálculo e Recibo )
3.2 Segunda Parcela ( Cálculo e Recibo )

4. Cálculo de Férias

4.1 Férias Normais
4.2 Férias Coletivas
4.3 Férias Pecuniário

5. Cálculo de Rescisão de Contrato

5.1 Tipos de Rescisão Contratual
5.2 Aviso Prévio
5.3 Preenchimento de Rescisão
5.4 GRRF
5.5 Documentação Necessária para Homologação
5.6 Exame Médico Demissional
5.7 CAGED

6. Outros Assuntos

6.1 Salário Complessivo
6.2 Acidente de Trabalho
6.3 Suspensão, Interrupção e Extinção de Contrato
6.4 Entidade sem Fins Lucrativos
6.5 Microempresas e Empresa de Pequeno Porte
6.6 Estágio
6.7 Calendário de Obrigações
6.8 Escala de Revezamento

Cuidado com a taxa de condomínio

@Folha de Pernambuco- Mateus Jatobá - 28/08/2017


Apesar do ritmo mais lento no mercado de compra e venda de imóveis, o custo do condomínio não está seguindo o mesmo caminho. As taxas cobradas têm apresentado altas, já que são impactadas por despesas como a energia, manutenção do prédio e a folha de pagamento dos trabalhadores. O valor depende de fatores como o porte do prédio, número de moradores e equipamentos ofertados. Em alguns casos, o preço pago pode se equiparar ao que é cobrado no aluguel.
Em um condomínio, 56% da arrecadação é voltada para a folha de pagamento, que sofre alterações anuais por conta do reajuste do salário mínimo. Por outro lado, os constantes aumentos nas taxas de energia, água e até mesmo de gás, fazem com que alguns condomínios cheguem a cobrar taxas com valores próximos ao do aluguel do imóvel.
Para Noberto Lopes, do departamento jurídico do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), "o principal fator que deve ser levado em consideração para o aumento nos valores do condomínio é realmente o aumentos dos salários, além de obras para manter a estrutura do prédio. Aumento nas contas de luz e água também é algo que pesa bastante, pois temos constantemente aumentos nesses ramos. A inadimplência é outro fator", destaca.
"Uma atitude que pode ajudar os condomínios a diminuírem o valor nas despesas de folha de pagamento é conseguir manter a organização da escala de empregados, evitando que os funcionários realizem hora extra", finaliza Noberto.