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Notícias

Transformando Exigências em Oportunidades: Como a Atenção à NR-1 Pode Impulsionar o Bem-Estar Organizacional e o Desempenho dos Negócios

@Secovi-PE - 28/11/2025


A saúde mental no ambiente corporativo e o que vem de novo com a revisão da NR-1, que passará a vigorar em maio de 2026, foram pontos abordados durante a reunião-almoço do Secovi-PE, realizada no início de outubro, junto aos representantes de empresas associadas presentes. Para falar sobre o tema, foi convidada pela entidade a psicóloga, mentora e mediadora de conflitos Vilani Batista, sócia-diretora da 100% Gente e especialista em análise e treinamento comportamental, que apresentou a palestra “Saúde Mental e NR-1: Da Burocracia à Estratégia de Valor nas Empresas.”

Logo no início, Vilani foi direta: cumprir a Norma Regulamentadora 1 (NR-1) não é uma escolha, mas uma obrigação legal. Ainda assim, ela convidou empresários e gestores a irem além da conformidade, enxergando na norma uma oportunidade de crescimento e diferenciação competitiva. “A NR-1 pode ser o ponto de partida para repensar como cuidamos das pessoas e, consequentemente, da produtividade”, destacou.

Criada em 1978, a NR-1 passou por uma atualização recente que amplia seu alcance: agora, inclui requisitos voltados à saúde mental dentro dos critérios de ergonomia laboral (NR-17). Isso significa que as empresas com empregados regidos pela CLT devem identificar e gerenciar riscos psicossociais, como estresse, assédio, sobrecarga e falta de clareza de papéis.

O alerta é urgente. O Brasil registrou, na última década, o maior número de afastamentos por ansiedade e depressão, e os custos para a Previdência ultrapassaram R$ 3 bilhões em 2024.
Vilani lembrou aos empresários que saúde mental não é apenas a ausência de adoecimento, mas o combustível da produtividade. A nova NR-1, segundo ela, simplifica a gestão de riscos e convida à ação: “A norma não exige que o empregador pague por terapia, mas que desenvolva diagnósticos e planos preventivos para mitigar riscos.”

De acordo com ela, isso envolve coletar dados, identificar sobrecargas, revisar processos e planejar mudanças organizacionais de forma saudável. Em setores com alta rotatividade e pressão no atendimento ao público, como portaria, limpeza e gestão imobiliária, essa atenção é essencial para manter o equilíbrio das equipes.

O recado ao setor de habitação e imobiliário foi claro: ignorar os riscos psicossociais custa caro: são multas, custos com ações trabalhistas, afastamentos e perda de talentos. Já a adoção de práticas preventivas traz ganhos tangíveis: melhora do clima organizacional, passando pela redução do absenteísmo e do presenteísmo, até o maior engajamento e produtividade.

Vilani Batista encerrou sua fala com uma provocação otimista: “Cumprir a NR-1 é mais do que seguir uma regra. É reconhecer que cuidar da mente é cuidar do negócio. E que cada exigência pode se tornar uma oportunidade para evoluir.”

Prós e contras das placas de "VENDE-SE"

@Folha de Pernambuco - Imóveis / MILLENA ARAUJO - 03/07/2015


A presença da placa "vende-se" fixada nas residências é algo bastante comum nas pequenas e grandes cidades brasileiras. Apesar da tradição, existem três aspectos que colocam tal hábito em discussão, que são: a segurança dos moradores, as questões comerciais ligadas à venda do imóvel e ainda as questões legais, voltadas à poluição visual e ao meio ambiente, uma vez que algumas pessoas penduram placas em árvores ou praças. Apesar desses fatores, especialistas garantem que o uso das placas assegura, mais rapidamente, o fechamento do negócio. Segundo o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Pernambuco (Creci -PE), Petrus Menonça, fixar tais utensílios nas residências funciona como uma alternativa de divulgação. "A placa de vende-se é rápida porque quem liga para conversar sobre o imóvel já gostou do bairro e do empreendimento. Quando entra em contato com o morador já é para saber a questão dos valores ou tirar dúvdias, com a intenção de conhecer o imóvel e até fechar negócio", conta.
No entanto, o especialista tenta para os cuidados que s moradores devem ter ao divulgar o imóvel através essa modalidade. Segundo Petrus, na maioria dos casos, é mais seguro contratar um corretor para fazer o serviço de negociação. "Colocar por conta própria expõe o imóvel e o morador. Quem faz sem a ajuda do corretor, provavelmente, coloca o telefone pessoal e dá a entender que o espaço está aberto a visitação e isso pode ser perigoso, já que a presença de um estranho pode facilitar ações de assaltos e sequestros. A negociação feita pelo corretor aumenta a segurança porque ele é um profissional treinado que vai conversar com os interessados, conhecer as intenções e saber se realmente oferecem algum risco", destaca. Por outro lado, o assessor jurídico do Sindicato de Habitação - Secovi/PE, Noberto Lopes, garante que a maioria das vendas e dos alugueis de imóveis não são feitas através das placas de vende-se e que para usar este meio de divulgação é necessário também ter atenção na questão da segurança. "Meu conselho para os moradores é que eles concentrem suas vendas ou alugueis em uma imobiliária credenciada porque isso garante a segurança dele e dos demais condôminos", pontua. PORTEIROS Outro ponto importante são as restrições ao papel dos porteiros dos imóveis. "Porteiros nunca devem exercer a função de corretor. Eles não podem entregar as chaves de uma residência a ninguém. No máximo podem passar o contato dos proprietários. Os porteiros só devem liberar a entrada dos corretores e interessados no empreendimento na presença de uma autorização escrita. Esse procedimento deve ser feito todas as vezes que ocorrer visitações no imóvel, que é sempre feita no momento do contrato do serviço de corretores", explica.

Fixação de anúncios deve seguir lei

O Secovi-PE esclarece que as as placas em imóveis tombados são terminantemente proibidas. Segundo o assessor jurídico da instituição, Noberto Lopes, a lei municipal 17.521/2008 proíbe a instalação de anúncios em leitos dos rios e cursos d’água, reservatórios, lagos, represas e praias, vias, parques, praças, logradouros públicos, postes de iluminação pública ou de rede de telefonia e outros. O advogado ainda alerta para as regras que devem ser mantidas no caso das placas de vende-se. "A placa só deve ser fixada nos edifícios se todos os moradores estiverem de acordo. Antes de qualquer procedimento, o condômino deve consultar a sua convenção e ver se é permitido colocar as placas. Se não for permitida, o interessado deverá procurar o síndico para pedir autorização e colocar apenas uma placa de uma imobiliária credenciada, pois também tem que se pensar na segurança dos demais condôminos. Normalmente as placas são colocadas na varanda ou janela frontal. Nunca devem ficar na guarita do porteiro porque com o tempo haverá acúmulo delas no local", esclarece. INTERNET Para o gerente de marketing da imobiliária Inácio Pedro, Brunno Ferreira, a placa de vende-se ainda é uma ferramenta indispensável para o processo de divulgação dos produtos apesar dos outros meios utilizados para promover os imóveis. "A internet e as placas de vende-se garante um resultado semelhante. Antes da web, quando o anúncio no jornal era a principal mídia de divulgação, as placas já traziam mais resultados em termos de leads (contatos) do que o anúncio no jornal. Nossas estatiscas comprovam esse resultado", conta.